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Consultoria de vendas para B2B

Você não tem um problema de time. Tem um problema de operação.

Empresa B2B costuma crescer com vendedor bom e processo informal. Funciona — até o ponto em que o número precisa ser previsível. Aí o ciclo de meta desanda e ninguém consegue apontar onde quebrou, porque não existe padrão contra o qual comparar.

Conversa inicial de viabilidade de projeto. Sem compromisso.

Para quem é

O recorte é estreito de propósito.

Consultoria genérica de vendas atende todo mundo e resolve pouco. Este trabalho assume um contexto específico.

  • Empresa B2B — ciclo consultivo, venda que exige diagnóstico
  • Precisa de previsibilidade no forecast, e não de mais esforço em cima do mesmo processo
  • Precisa de processo estruturado — escrito, treinável e auditável, não guardado na cabeça de quem vende bem
  • Precisa entender o que os próprios dados comerciais dizem, para decidir com evidência
  • Um dono interno responsável pela adoção — alguém de dentro que responde por fazer o processo acontecer

Quando eu não sou a escolha certa

  • Busca resultado rápido e milagroso: processo comercial muda comportamento, e comportamento muda no tempo.
  • Quer previsibilidade no forecast sem mudar nada em como as decisões são tomadas hoje.
  • Quer processo estruturado, desde que ninguém precise segui-lo.
  • Quer que o dado responda, mas sem ninguém registrando nada.
  • Sem um dono interno da adoção: sem isso, o playbook vira PDF na pasta compartilhada. Essa é condição, não preferência.

O problema

Os quatro sintomas que aparecem juntos.

O forecast é uma opinião

A previsão sai da sensação de quem está no negócio, não de critério. Todo mês o número muda de lugar na última semana, e a conversa vira sobre confiança em vez de sobre evidência.

O processo mora na cabeça de uma pessoa

Existe um vendedor que sabe fazer. O que ele sabe nunca foi escrito, então não é treinável nem auditável — e quando ele sai, sai junto.

O CRM está preenchido e não decide nada

O time registra porque foi mandado registrar. O dado existe, mas não entra em nenhuma decisão real de priorização, cobertura ou pipeline.

Cada um vende de um jeito

Sem padrão não há como comparar desempenho, achar a causa de uma perda, nem colocar vendedor novo para produzir em prazo previsível.

Metodologia da consultoria

Cinco passos para a personalização do seu projeto.

Não começa por treinamento nem por ferramenta. Começa por entender o que está quebrado, com evidência.

01

Diagnosticar

Entrevistas por cadeira, análise de amostragem de contas reais e leitura de perdas e conversões. Separar sintoma de causa.

02

Recomendar

Um roadmap priorizado, marcando o que é falha estrutural e o que é falha de rotina. São remédios diferentes.

03

Construir

Playbook em camadas: mercado, processo aplicado por cadeira e registro unificado. Escrito para ser usado, não arquivado.

04

Atuar

Treinamento, simulação e acompanhamento de quem executa — com você no comando.

05

Medir

Leitura de adesão pelo dado. O que o time faz de fato, não o que ficou combinado que faria.

A escada

Quatro níveis de maturidade operacional.

Antes de decidir o que fazer, é preciso saber onde a operação está. O critério não é opinião: é o que existe documentado e o que o dado confirma que está sendo usado.

Nível 1Informal Sem documentação e sem dado. O que funciona funciona por mérito individual.
Nível 2Declarado O processo está documentado, mas nenhum dado confirma que ele é seguido.
Nível 3Parcialmente comprovado A adesão é parcial, ou o dado existe mas ainda não entra na decisão.
Nível 4Operante Documentado, o dado confirma a adesão, e ele é usado nos rituais e no forecast.

Quase toda operação trava entre o 2 e o 3. Documentar é trabalho de projeto: tem começo, meio e fim. Provar adesão é trabalho de disciplina no tempo — e é por isso que playbook entregue e esquecido é o desfecho mais comum de consultoria de vendas.

Os dois caminhos

Depende de uma pergunta só.

Você sabe, com evidência, o que está quebrado na sua operação comercial? Se a resposta honesta for não — ou se houver motivo para duvidar do que você acha que sabe —, o começo é o diagnóstico. Comprar construção sem diagnóstico é comprar obra sem planta.

Projeto

Diagnóstico do processo

Um retrato da operação comercial sustentado por evidência, não por conversa. Mapa, não obra.

  • Mapa de gaps — cada lacuna com a evidência que a sustenta
  • Nível de maturidade medido, com o que falta para subir um degrau
  • Roadmap priorizado, separando falha estrutural de falha de rotina
  • Leitura do roadmap junto com a gestão, ao vivo
Recorrência

Acompanhamento estratégico

Para sustentar a mudança depois que o processo existe. É o trabalho que move a operação do documentado para o comprovado.

  • Reunião mensal de leitura da operação com a gestão
  • Relatório de adesão — o que o dado diz sobre o processo sendo usado
  • Treinamento e reciclagem do time, com evolução de playbook
  • Meta de nível em contrato, revisada a cada ciclo

Quem conduz

Jony Nardes

Jony Nardes

Mais de uma década em vendas complexas B2B SaaS, como executivo e como líder. Trabalha com metodologia comercial, enablement, RevOps e engenharia de vendas — construindo o processo, não só cobrando o resultado dele.

Não há intermediários na consultoria. Seu projeto será conduzido diretamente por ele. Garanta sua agenda agora!

  • +10 anos em vendas complexas B2B SaaS
  • +50 liderados diretos ao longo da carreira
  • +250 profissionais treinados
  • Formação em RH e Psicologia Organizacional
  • Autor do método VECTOR® de engenharia de vendas

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar antes.

Quanto custa?

Não existe tabela pública porque o escopo muda conforme o tamanho e o número de operações comerciais da empresa — uma companhia com hunter e farmer sob gerências separadas são duas operações, não uma. O valor sai depois da primeira conversa, quando eu souber o que estou olhando. Se orçamento for a sua primeira pergunta, diga isso na conversa e a gente resolve logo no começo.

Quanto tempo leva o diagnóstico?

Normalmente concluído em um mês, contando as entrevistas, a análise de amostragem de contas e a leitura do roadmap com a gestão. Se a sua operação exigir mais tempo que isso — mais cadeiras, mais de uma operação comercial, dado em pior estado —, isso fica alinhado desde o início, junto com o escopo. Sem surpresa no meio do caminho.

Como é a primeira conversa?

Uma conversa de diagnóstico, sem compromisso e sem apresentação institucional. Eu pergunto sobre a sua operação e digo com franqueza se acho que consigo ajudar. Se não achar, digo isso também.

Preciso já ter CRM e processo escrito?

Não. Nível 1 da escada — sem documentação e sem dado — é ponto de partida comum, e é exatamente o que o diagnóstico serve para mapear.

Atende empresa que não seja B2B?

O foco é B2B, e é onde eu tenho repertório real. Fora disso, provavelmente existe alguém melhor para o seu caso — e eu prefiro dizer isso na primeira conversa a descobrir no meio do projeto.

Comece por saber onde a sua operação está.

Um formulário curto, uma conversa.

Passo 1

O que você procura agora?

Se estiver em dúvida, escolha o diagnóstico — é a porta de entrada padrão, e a conversa serve justamente para ajustar isso.

Procura uma palestra ou workshop para um evento? Fale sobre isso →

Me conte da sua operação.

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Informe um e-mail válido.
Informe um telefone para contato.
Informe um número de pessoas.
Descreva, em uma linha que seja, o que está travando.

Seus dados serão utilizados para agendamento da nossa primeira conversa e andamento do nosso projeto. Apenas.

Recebido.

Seu contato já está no meu CRM com o que você escreveu. Eu respondo em até um dia útil, com dois ou três horários para a conversa.

Se quiser adiantar: pense em como você mede hoje se o processo comercial está sendo seguido. É a primeira coisa que eu vou perguntar.